terça-feira, 4 de janeiro de 2011

parte 1


tenho sede de ti e das tuas palavras do meu ouvido que me saciavam a mente e me acalmavam o espirito. tenho vontade de ti e de te abraçar como só os meus braços conseguiam agarrar e enrredar-te de tal forma que por segundos faltava-nos o ar. tenho falta de ti, algo inexplicavel que nao consigo sentir, consigo reparar porque a tua falta nao é sentida, é notada, no dia e na noite, no suave toque do vento nos meus cabelos e me abrem por entre falhas os olhos que estao cerrados à tua passagem. encantaste-me com o teu jeito sereno de encarar as pessoas, com esse teu ar de forte e que na verdade, nao passa de algo onde te refugias. usas as palavras para te aconchegares num canto so teu, onde é tao facil reparar quando nao és tu a falar mas sim, o teu orgulho. nunca escrevi para ti, escrevo para mim mas por ti, por aquilo que fui do teu lado e no quanto me consigo vencer nestas fraquezas, onde baixo a guarda e me fecho em copas. (...)

1 comentário:

  1. oh, não digas isso. se há aqui alguém que escreve muito bem, esse alguém és tu :)
    adorei o texto*

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