terça-feira, 11 de janeiro de 2011

parte 4


(simplesmente porque já te agarrei e corri contigo à chuva!)

experimenta olhar para nós com outros olhos. experimenta acreditar em mim. experimenta dar-te pela existencia do que tinhamos. experimenta-te. experiencias testadas, eu amo-te. julgo-me fora de cena e estao todos prontos para o proximo acto. julgo-te no meio do mundo, sem saber o que fazeres, quando és tu quem tem os pés mais no chao dos dois. eu julgo e experimento, e tu sabes que somos um para o outro o sustento. nunca te enganei, nunca te menti, nunca te usei, nunca tive intençoes de te fazer mal, nunca serei capaz de apontar o dedo e gritar bem alto contigo recriminando todos os teus erros, um a um. e aí, todo o teu mal está exposto, porque achas que eu nunca serei capaz de tudo isto e nao sou, mas apetece-me gritar tanto contigo porque eu dei-te tudo. dei-te parte de mim, e tirei-te as lagrimas decorridas pela face. dei-te um amor, tirei todas as hipoteses de seres feliz com mais alguém. dei-me a ti, um puzzle para tu montares para conseguires perceber a sua imagem e tirei-te todos os jogos de seduçao. agora experimenta tu, olhar para trás e perceberes que amar foi dar, sem receber; foi amar, sem ser amado; foi querer e nao poder; é amar-te e nao saber quando te esquecer!

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