terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

-

nunca foi preciso parar o tempo, ele parava por nos. nunca precisei de usar as palavras, chegavam a ti sem eu mesma querer. o que nos une é o mesmo que nos separa e que por milesimas de segundos era perfeito agora está desfeito. quando pensava que o mundo poderia ser melhor, bem a tempestade e tapa-me a visao, ofusca-me todo o caminho que tinha a percorrer e perco-me mais uma vez, naquilo que tenho tentado levar a bom bordo, a minha vida. dei-lhe um rumo possivel e que funcionasse bem, chegas e desfazes as camas, tiras-me os lençois e deixas-me ao frio, aquele que eu nunca gostei! o tempo tem-me atraiçoado, o meu inimigo nas horas vagas, nas mesmas de espera e de sufoco! perdi-me nas lagrimas da manha gélida, lavaram-me a cara e deixaram-me o rosto num tratamento imundo que nem me reconhecia visto ao espelho. afetar-te era o ultimo dos meus desejos mas cais-te finalmente no posicionamento que te tinha levado a mim (...) para concluir, quando o V de volta nao está na porta é sinal que nao somos obrigados a voltar e so o fazemos quando queremos... por debaixo do tapete da entrada está a chave para Voltares a abrir a porta, Vou esperar por ti e por que Voltes!

Sem comentários:

Enviar um comentário